domingo, 11 de janeiro de 2009

Milonga/ Palavras;

Vamos falar de solidão; Na sua casa nunca mais entrei, mas decorei com exatidão todas as coisas como eu deixei. Versos jogados pelo chão, lembranças do que não presenciei, mas decorei com exatidão como o passado que eu mesmo criei e tudo que eu posso oferecer são minhas palavras pra você no plágio de uma bela melodia e tudo que eu quero te dizer eu já cansei de escrever, quero te ver enquanto não é dia.
Mas diz porque tu vais embora; Mas diz porque tens tanto medo se não acorda cedo, nem trabalha, estuda ou namora. Mas diz porque chegou a hora, agora que eu venci meu medo. Te peguei pelos dedos pra dançar enquanto o sol demora, para chegar trazendo aurora. E a luz que cega e me dá medo e como um torpedo, eu deslizo, eu vôo num mar de lençois e cada dobra conta histórias, de muitas delas sinto medo, são muitos enredos, enrolados e embriagados como nós. Tão a sós, como nós, tão a sós.

Porque você insiste em dizer que ainda existe vida sem você?

*Quando você não esperar vai doer e eu sei como vai doer e vai passar como passou por mim e fazer com que se sinta assim, como eu sinto, como eu vejo como eu vivo como eu não canso de tentar eu sei que vai ouvir, eu sei que vai lembrar, vai rezar pra esquecer, vai pedir pra esquecer, mas eu não vou deixar, eu não vou deixar!.*

Porque você insiste em dizer que ainda existe vida sem você?

Um comentário:

  1. I think I come to the right place, because for a long time do not see such a good thing the!
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